O meu corpo
é amor
Queres saber se o teu corpo é amor?

O meu corpo é amor teve a sua origem no Officina Podcast

 Podes ouvir o episódio aqui

E mais tarde espalhou-se pela internet. Comecei a receber emails e a ver nas redes sociais mulheres a abraçarem as suas imperfeições depois de ouvirem o podcast.
O meu corpo é amor é acima de tudo um lembrete de que somos mais do que o nosso corpo, mas como também somos o nosso corpo, temos mesmo de fazer o trabalho de aprender a amá-lo, respeitá-lo e fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para cuidar dele.

O nosso corpo é o nosso maior tesouro. É com ele que estamos no mundo. Um corpo saudável permite-nos viver de uma forma mais plena e feliz.
Por tudo isto desafio-te a ouvir o podcast e juntares-te a este movimento. Partilha uma foto, desabafo, ou envia um email para info@officinalis.pt, ou usa o hashtag #omeucorpoeamor nas redes.

O meu corpo é amor é um movimento de todas e todos. Partilhem este movimento nas escolas, empresas, em casa, no ginásio, na vossa comunidade.

Utilizem todos os recursos que estão disponíveis nesta página, e se tiverem propostas de eventos/palestras que queiram fazer é só enviar email para info@officinalis.pt

E lembra-te: o meu corpo é amor, o teu corpo é amor, os nossos corpos são amor.

Testemunhos “o meu corpo é amor”
  • Defeitos...é incrível como a mente é tramada e nos faz procurar constantemente defeitos em tudo. Nas fotos. No espelho. Na vida em geral. Somos seres muito insatisfeitos por natureza e eu tenho tentado ao máximo combater a minha tentação de procurar razões para não publicar determinada foto porque não entra no padrão de beleza que às vezes ainda me invade a mente. Sempre tive muitos complexos de sorrir. Os meus dentes não são certos e isso sempre me deixou desconfortável nas fotografias. E sim podia procurar melhorar isto mas nunca o fiz. Entretanto tenho pensado muito naquilo que fiz e consegui este ano e reparei que tenho mais fotografias a sorrir em 2017 do que provavelmente em 10 anos. E não, o sorriso torto não mudou. O que mudou foi a forma de eu sorrir. Com mais amor. Com mais alegria. Com mais confiança. E isto leva-me a pensar que por mais correções que faças ao teu corpo, por mais treinos e comida fit que comas se não corriges o principal - a mente - vais andar sempre no mesmo círculo de gosto/não gosto. É provável que no próximo ano decida colocar aparelho para ajudar a corrigir, mas sei que se o fizer será porque sou uma mulher suficientemente confiante para o usar e não uma mulher sem confiança em sorrir. A minha Claudia @theofficinalis inspirou com #omeucorpoeamor e esta é a minha contribuição.

    Vânia Duarte
    Vânia Duarte
  • No more chemicals in my hair, no more chemicals in my skin. I´m not paiting my hair again. Gosto de mim, e tu gostas de ti? Ama-te pelo que és.

    Ana Catarina
    Ana Catarina
  • Peito pequeno mas com muito amor para dar… sempre desejei mudar agora agradeço.

    Susy Ferreira
    Susy Ferreira
  • Após o episódio do Officina aceitei o desafio da Cláudia! De facto não há mais importante que aceitarmos aquelas que achamos serem as nossas imperfeições (refilo desde sempre com o meu nariz e os meus caracóis rebeldes) e amarmo-nos tal como somos! Afinal o nosso corpo é o nosso templo, a nossa casa, e sentirmo-nos bem nele faz parte do processo de amor-próprio e felicidade.

    Patrícia Rosado
    Patrícia Rosado
  • Cabelo muitas vezes espigado, uma falha nas sobrancelhas desalinhadas, pela seca, barriga inchada… há dias que só consigo ver isso, há outros em que #omeucorpoeamor sem esforço e o cabelo sem esforços tem jeitos bonitos, os olhos brilham mesmo com uma moldura imperfeita, o sorriso é usado nos lábios secos não importam, e quando dou ao meu corpo o que ele consegue assimilar ele agradece, não me sinto inchada mas mais leve. Obrigada Cláudia por me recordares que o meu corpo é amor. Estou longe de respeitar o meu corpo como merece mas é um caminho a percorrer.

    Lúcia
    Lúcia
  • Esta era eu, em novembro de 2010 com 31 anos. Não “gostava muito de mim” naqueles tempos, não me valorizava como valorizo hoje e não me amava como amo hoje. Acabada de sair de uma relação desgastante (mas na qual fui eu a pôr um ponto final) de 9 anos, não me achava nada bonita, nada atraente, era super tímida (ainda sou mas melhorei muito) e não conseguia inventar conversas com quem não conhecia (ainda me é muito difícil)! Naquela época eu já me amava e não sabia e hoje consigo ter a plena percepção disso! Por isso partilho este meu #omeucorpoeamor de coração cheio.

    Eliane Fernandes
    Eliane Fernandes
  • Ainda sobre o #omeucorpoeamor e porque um banho de realidade nunca faz mal a ninguém. Nesta foto a depilação às pernas estava em falta há mais de um mês, a pedicure em falta há dois meses, as sobrancelhas nem me lembro quando foi a última vez... O cabelo está seco porque está pintado e muito queimado do sol. A meia dúzia de roupas que tenho usado nos últimos meses estão velhas, rotas, amachucadas, e eu posso vos dizer que nada disto me faz mais feia. Gosto de mim como nunca porque este amor está sempre a crescer. Aceito o meu corpo porque o que importa está cá dentro, na nossa cabeça e nos nossos corações Que nunca pare de crescer o amor que sentimos por nós, mas sempre como uma grande dose de pés na terra. Sejamos sempre felizes mas sem nos levarmos muito a sério.

    Cláudia Fonseca
    Cláudia Fonseca

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